

Aqui pretende-se apenas uma coisa: celebrar os sonhos individuais, pertencentes a cada um de nós, e aqueles que sonhamos em conjunto. Engrandecer o mundo dos sonhos, com pequenas, ou grandes, contribuições. Querer mais e melhor. Viaje connosco para este mundo fantástico, fazendo da sua vida o único sítio onde deseja estar!
O Método
Ao chegar um viajante a uma aldeia desconhecida para ele, observa que os seus habitantes tinham estranhas manchas e deformações na pele. Investiga e descobre que aquelas pessoas não conseguiam distinguir as diferentes temperaturas porque o seu organismo não contava com o sentido do tacto. Queimavam-se sem ter consciência disso.
Comunica a sua descoberta a todos, mas ninguém acredita nele. Eles continuam a acreditar que se trata de uma estranha doença e não de queimaduras produzidas pelo contacto com o calor. Em vez de se enfurecer e ficar triste, o viajante promete encontrar uma maneira de se ligar a estes habitantes para lhes transmitir a sua mensagem.
Decidido a conhecer por dentro o mundo destas pessoas sem tacto aluga uma casa de família e acomoda nela todas as suas coisas. Nessa noite, enquanto escrevia possíveis soluções à luz da vela, uma gota de cera caiu sobre os seus papéis. Tentou tirar a mancha e de repente a sua mente teve uma ideia. A cera derrete-se com o calor e é algo próximo da realidade desta aldeia! – exclamou enquanto corria a pedir mais velas ao dono da casa. Na manhã seguinte o viajante instalou-se na praça principal e começou a fazer diferentes demonstrações daquilo a que chamou o método da cera que consistia em colocar um pedaço de cera sobre superfícies de distintas temperaturas e observar se derretia ou não. Assim demonstrou como a vela se derretia em contacto com superfícies que também manchavam a pele. Quando os aldeões aprenderam a observar a diferença puderam deixar de sofrer aquela doença misteriosa e começaram a escolher que coisas agarravam no momento e quais as coisas que deveriam esperar um pouco para que esfriassem ou quais as que deveriam agarrar protegendo as mãos com um pedaço de pano ou de couro. A descoberta foi rapidamente conhecida em toda a aldeia e ao fim de uma semana podiam ver-se nas ruas todas as pessoas com um pedaço de vela distinguidora na mão.
Assim como o viajante criou o método da cera, nós também podemos valer-nos do método do padrão para distinguir os juízos das afirmações. Com a distinção, poderíamos deixar de sofrer vendo a vida através de ma determinada opinião e escolher aquela que nos traga mais possibilidades. Mas para estar disposto a aprender este método, ou qualquer outro, preciso primeiro reconhecer que – da mesma forma que os habitantes desta aldeia com as temperaturas – a partir das minhas sensações não consigo distinguir os factos das interpretações. Que só o posso fazer a partir da linguagem. Posso escolher entre ser humilde e aceitar que há coisas que possam ser diferentes ainda quando as sinta de igual forma ou continuar cego a estas diferenças. O método do padrão consiste em submeter o que estou a dizer, ou a pensar, à pergunta: comparado com o quê ou com quem? Façamos esta pergunta às seguintes frases: Gustavo fuma muito, Silvina é pequena, Cristina não é eficiente, Esta casa está uma bagunça total! Se encontrarmos dispostas como por exemplo: comparado com alguém que fuma menos; em comparação com uma pessoa mais alta; em contraste com alguém mais eficiente ou com a minha experiência de eficiência, comparando-a com uma casa mais ordenada… isso será um indicador de que nos encontramos perante um juízo. Por outro lado, perante a frase: “na aldeia habitam mil pessoas” não poderíamos dar a disposta: comparado com… porque essa frase se refere ao mundo dos factos e não ao das interpretações. Isto acontece porque todos os juízos são comparações do que vemos com o que alguma vez vimos ou com a forma como acreditamos que as coisas deveriam ser. Todos os juízos contêm um padrão. Para poder exigir que as coisas se deveriam fazer de outra forma, um pai pode querer fazer da desordem – que ele vê – um facto. Quando ordenado ou desordenado são juízos acerca de uma certa disposição das coisas e dependendo do padrão de cada um, o Pai ou a Mãe verão desordem onde o Joãozinho vê todo à vista e à mão. Imagina um espaço de trabalho repleto de cadernos cheios de ideias, anotações, feitas em papéis de tamanhos diferentes – e em alguns casos em guardanapos – colados nas paredes, pilhas de livros, algumas das quais a chegar ao tecto, repartidas pela mesa e por todo o chão, de maneira a que seja necessário prestar atenção onde se põe os pés sem pisar a bibliografia. A essa disposição das coisas o sábio suíço Jean Piaget – reconhecido pela sua teoria do desenvolvimento intelectual – chamava de A minha ordem vital. Se não nos apercebemos que temos diferentes padrões de ordem, poderemos ficar a discutir toda a vida sobre se o quarto está ou não desordenado, ou seremos ouvidos pela outra pessoa como pretendendo ter a versão verdadeira das coisas. Se confundes factos com interpretações pode acontecer que vivas aborrecido com os factos do teu passado e que a partir disso julgues que a vida te lançou uma mala pesada ou que és um fracasso Em alternativa, se fores capaz de os distinguir, podes aceitar que ocorreu essa separação, essa morte, esse acidente ou essas acções de outras pessoas e tornar-te dono da escolha de uma interpretação desses factos que te abra possibilidades para o teu futuro.
Proponho-te que durante esta semana prestes atenção às tuas formas de pensar e de falar. Em que momentos estás a dizer afirmações e em que momento estás a falar juízos? Onde pões um juízo que fecha a possibilidade? Que outro juízo te seria útil pôr no lugar desse para conseguires a tua visão?
Quando distingo os juízos dos factos e consigo aceitar esses factos e escolher as interpretações que mais possibilidades me trazem, dependendo de onde queira ir. Estou a dar por assente que queres ter resultados em vez de teres razão… mas, quem sabe, prefiras defender os teus juízos como sendo verdadeiros.
Então, frente a juízo posso perguntar-me: Para quê digo isto? Que estou a querer demonstrar? Estou perto ou longe da minha visão?
Guillermo Echevarría
Traduzido de “Tu Minuto de Entrenamiento”, enviado semanalmente por Guillermo Echevarría. Para subscrever este serviço, envie um e-mail para tuminuto@liderazgointegral.com, com o seu nome, apelido, organização em que trabalha e o trabalho que desempenha actualmente. www.liderazgointegral.com
Esta é uma história de outro mundo. Cada mundo tem características que o tornam único. Cada pessoa vive num mundo que existe para ela. Podemos sair de nós mesmos e ver o mundo como ele é? O Talmud sugere que não vemos o mundo como é, mas como somos – ou como estamos a ser num determinado momento. A Ontologia da Linguagem propõe que essa maneira pessoal de ver e estar num mundo é determinada pelas histórias que as pessoas contam e nos contam. Mas… de que é que são feitas essas histórias?
No Mundo do Sol havia uma aldeia em que as pessoas não tinham o sentido do tacto. Não tinham texturas diferentes ou superfícies ásperas. As suas canções de amor não falavam de carícias físicas, porque no seu mundo esse tipo de carícias não tinha significado. Não tinham a sensibilidade para distinguir o frio do calor. Para eles era o mesmo agarrar em algo frio ou em algo muito quente. Estavam cegos ao mundo das temperaturas, que permanecia despercebido para eles.
Esta característica corporal fazia com que as pessoas se queimassem quando agarravam, comiam, bebiam, ou simplesmente permaneciam perto de algo quente. Queimavam-se sem ter consciência disso! Acreditavam que as manchas na pele e as incapacidades produzidas pelas terríveis queimaduras provinham de uma doença que os seus médicos diagnosticavam como incurável, misteriosa e inexplicavelmente contagiosa. Numa manhã, chegou nessa aldeia um viajante proveniente de outro mundo e observou espantado aquelas manchas e as terríveis deformações – com as consequentes deformações físicas que geravam – provocadas por queimaduras nas cozinhas, tábuas de passar, fogueiras, casas incendiadas, ou simplesmente pela acção do sol na pele.
Intrigado e compadecido do sofrimento dessas pessoas, o viajante decidiu encontrar uma solução. Conversou com uma grande quantidade de pessoas e foi classificando as diferentes queimaduras, mas produziu realmente um avanço na sua investigação acerca da origem das manchas quando o ferreiro da aldeia lhe deu um ferro incandescente pegando nele alegremente com as mãos desprotegidas.
Levou pouco tempo a entender a razão de tantos males e seguidamente começou a falar em praças, mercados e em qualquer outro lugar em que se encontrava alguma pessoa, advertindo acerca dos perigos do calor em contacto com o corpo.
Os seus esforços por ensinar a distinguir as temperaturas não eram bem recebidos. As pessoas simplesmente não acreditavam nele. Os seus organismos não eram capazes de perceber a diferença entre ambos porque a sensação era sempre a mesma. O nosso viajante começou a desesperar. Aquelas pessoas preferiam queimar-se a ouvir e experimentar a sua proposta acerca das coisas! Aborrecido, juntou o seu equipamento de viagem e foi-se embora da aldeia. No alto de um cerro decidiu dar uma vista de olhos para se despedir desse monte de gente néscia. Sentou-se Numa rocha para observar a situação com uma perspectiva diferente e prontamente alguma coisa dentro dele tomou consciência de que o seu aborrecimento e as suas explicações não mudariam o que estava a acontecer. A única coisa que conseguira com o aborrecimento era que todo esse vale de desolação iria continuar ali. Então fez-se a si próprio a pergunta que tantas vezes o tinha animado a enfrentar o que sentia como impossível:
Se olhasse para o futuro, com todos os seus objectivos conseguidos e visse toda esta gente curada devido ao meu esforço… que acções tomaria agora?
O seu coração respondeu com toda a velocidade: Em vez de reagir porque não acontece o que quero, accionaria novas e diferentes formas para que aconteça o que quero. Começou a perguntar-se o que seria necessário criar para que as pessoas fossem capazes de distinguir as temperaturas sem recorrerem ao tacto. Então achou que para poder fazer-lhes um teste – e que eles se abrissem à sua influência – provavelmente necessitaria entendê-los primeiro, viver o seu mundo.
Aos seres humanos acontece uma coisa semelhante. Só que em vez de não termos o organismo preparado para distinguir o frio do calor, nós não estamos emocionalmente preparados para distinguir os factos das interpretações.
Quando eu penso que o meu chefe ou outro gerente da empresa é ineficiente, o meu organismo sente que isso é tão real – ou quiçá muitíssimo mais real devido ao condimento que as emoções produzem – como quando digo que o plantel da organização é composto por 300 pessoas.
Ainda que ambas as frases pareçam igualmente reais para mim, uma é um juízo acerca do que se passa e a outra é uma afirmação – a maneira que usamos para falar dos factos.
Vivo ambas as frases com a mesma realidade porque as duas são parte da minha realidade. Existem dentro de mim. Na minha matriz pessoal ambas parecem como reais, ainda que Sejas feitas de materiais distintos. Uma refere-se ao mundo dos factos: isso que existe independentemente da opinião do que observa (muitas vezes por um acordo declarado socialmente que por exemplo faz com que chamemos magenta a uma única cor). A outra frase fala da maneira como a pessoa observa o mundo: o subjectivo. Não fala do que está ali, senão do mundo de experiências do sujeito que o observa. Os juízos são essas etiquetas que pomos a algo que vemos, em função do que vimos ou pensámos uma vez. Assim, alto será todo aquele que supere a altura que alguma vez experimentei. No entanto, se utilizasse um metro para medir isso que estou julgando, encontrar-me-ia com uma determinada – e inopinável – quantidade de centímetros.
Tem sentido discutir com outra pessoa se a Torre Eiffel é alta ou baixa?
É possível chegar a uma resposta verdadeira a partir de juízos?
Isso é o que fazemos quando pretendemos que os nossos juízos soem à maneira como as coisas realmente são. Os juízos são só os nomes que a nossa experiência e os nossos modelos mentais nos convidam a pôr a algo que vemos. Nunca são verdadeiros, nem falsos – ainda que internamente possam ser vividos assim. Soa óbvio, no entanto é possível que não estejamos a distinguir e que não estejamos a ser conscientes do impacto que isso tem na nossa vida.
Da minha capacidade de distinguir dependerão o meu nível de paz ou sofrimento e a minha quantidade de poder pessoal. Aprender a distinguir factos de interpretações permite-nos aceitar os factos e escolher os juízos que nos abrem mais possibilidades. Mas… como podemos fazer para distingui-los se para isso não podemos utilizar o que sentimos?
Poderias considerar que pode haver áreas da tua vida nas quais estejas a queimar as possibilidades das tuas relações e de ti mesmo por não ver a diferença?
Interessar-te-ia aprender a ensinar os outros a distinguir – nas histórias que formam o mundo pessoal – os factos das interpretações?
Seguimos esta viagem no próximo Minuto de Treino.
Guillermo Echevarría
Traduzido de “Tu Minuto de Entrenamiento”, enviado semanalmente por Guillermo Echevarría. Para subscrever este serviço, envie um e-mail para tuminuto@liderazgointegral.com, com o seu nome, apelido, organização em que trabalha e o trabalho que desempenha actualmente. www.liderazgointegral.com
Citando o programa passado no dia 25 de Junho, “Prós e Contras”, “o País está triste, está deprimido e as pessoas não têm resposta à pergunta O Que Fazer?”
No mesmo programa: “Será que os grandes centros comerciais vieram para resolver o problema dos consumidores, ou beneficiar os grandes magnatas?”
- Já se deu conta que a economia do nosso país está na mão de meia dúzia de famílias/grupos? –
O dinheiro vai assim, circulando cada vez menos na sua/nossa(s) região(ões)
A classe média vai ficando cada vez mais magra.
Se nos perguntarmos o que fazer, a resposta não pode, nem deve, ser um encolher de ombros. Se assim for, onde vamos parar?
O conceito de que tenho vindo a falar-lhe não é a única atitude a tomar. Mas é já uma atitude!
Queira esclarecer-se sobre esta alternativa de consumo. Ponha-nos as suas dúvidas, oponha-se, até!, mas participe!
O problema é de todos, e a sua resolução está ao alcance de todos, também.
Um a um, seremos muitos.
Posso chegar a acreditar em qualquer coisa se isso me permite viver a vida que quero viver. Da mesma forma, posso deixar de acreditar em algo se considero que me está a impedir vivê-la.
Mas não sou um supersticioso qualquer. Sou um supersticioso científico: ponho à prova todas as minhas superstições e exijo que produzam os melhores resultados.
Sim, gosto de acreditar que a vida – e não a teoria – deve comandar a minha vida. Por isso, não tenho medo que algo ou alguém me faça ver pontos fracos na minha filosofia. Gosto de acreditar que a vida me dá ajudas para escolher superstições cada vez mais produtivas. Entenda-se, eu não preciso de construir a minha vida sobre algo verdadeiro, algo que ninguém pode refutar, nem sobre algo que é correcto em qualquer lugar. Prefiro preenchê-la com algo valioso para mim e para os que me rodeiam, ainda que ninguém tenha comprovado que é universalmente verdadeiro. Não necessito que todos estejam de acordo. Não preciso convencê-los. O sorriso na minha cara movimenta muito mais que mil palavras. Creio que o meu respeito pela tua liberdade e a escolha da tua maneira particular de ser outra pessoa, podem apaixonar. Mas não procuro apaixonar. Estou apaixonado pelo que vejo e vivo quando olho a vida a partir das minhas superstições preferidas. Partilho algumas delas:
Creio que as pessoas são um espaço de invenção.
Creio que tudo se pode aprender.
Creio que é mais fácil e mais enriquecedor percorrer o caminho acompanhado.
Creio que escutar é dar espaço para ser.
Creio que a vida é uma grande professora.
Creio que sempre posso ver as coisas de uma forma diferente.
Creio que as pessoas se apegam e se potenciam pelas histórias que contam.
Creio na magia de desafiar as minhas crenças e substitui-las por outras mais poderosas.
Sofro quando creio que o meu mundo é tão rígido como o estou a viver.
Creio que sempre posso ver uma oportunidade no que está a acontecer.
Creio que amanhã será o que semeio hoje no meu coração.
Creio que as palavras são sementes.
Creio que sou o fruto de muitas palavras de outros e de algumas minhas.
Creio na vida.
Creio que posso inspirar vida noutros.
Creio que a maneira como vejo as pessoas as impressiona.
Creio que a maneira como as vejo me transforma.
Creio que quando confio em mim mesmo ponho 100% dos meus recursos a funcionar.
Creio que as pessoas fazem sempre o melhor que podem.
Creio que a minha abertura gera abertura em outros.
Creio que ajudo outras pessoas a ser elas mesmas quando me animo a ser eu mesmo.
Creio que as pessoas que vieram antes de mim me prepararam o caminho.
Creio que posso facilitar o caminho a outras pessoas, mas também creio que o meu trabalho terá mais frutos se preparou essas pessoas para o caminho.
Creio que o meu ego é alguém que vive dentro de mim e que se o alimentar pode fazer-me ir para onde quer, ainda que isso me destrua.
Creio que as pessoas são valiosas pelo simples facto de serem pessoas.
Creio que Deus quer que eu seja como estou sendo agora, tanto como fui ontem e como serei amanhã… sem importar o que eu faça.
Creio que tenho uma missão neste lugar.
Creio que posso escolher essa missão.
Creio que estar ao serviço de algo maior que eu é a melhor e mais saudável das drogas.
Creio nos meus sonhos.
Creio que crer neles me dá mais força para viver.
Vivo os meus sonhos e creio que esta é a melhor maneira de viver.
Creio na força de fazer o que faço com amor.
Creio que pôr a funcionar um jogo valioso em que os outros possam jogar e enriquecer-se é a melhor das glórias.
Creio que não preciso de estar preocupado com algo durante todo o dia para isso ser importante.
Creio que posso viver uma vida iluminada e produtiva.
Creio que este é o melhor momento.
Creio que posso ser feliz agora.
Creio que depende de mim.
Quais são as tuas superstições preferidas?
Quais são os resultados que te dão?
Guillermo Echevarría
guillermo@liderazgointegral.com
Traduzido de “Tu Minuto de Entrenamiento”, enviado semanalmente por Guillermo Echevarría. Para subscrever este serviço, envie um e-mail para tuminuto@liderazgointegral.com, com o seu nome, apelido, organização em que trabalha e o trabalho que desempenha actualmente. www.liderazgointegral.com
Ómega 3 – Óleo de Peixe
Desde a sua descoberta na década de 1970, o Ómega 3 tem estado na base de milhares de estudos e testes clínicos. Essencial para a vida e para uma boa saúde, o Ómega 3 pode auxiliar na protecção contra doenças e ajudar em diversas condições.
Pessoas de todas as idades e estilos de vida usam o óleo de peixe para melhorar a saúde de muitos sistemas importantes no corpo, como o imunológico, cardiovascular, nervoso e reprodutor.
Estudos demonstram que a suplementação com Ómega 3 traz muitos benefícios para a saúde.
De entre os mais conhecidos estão:
- Efeito positivo na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, incluindo tensão alta
- Efeito positivo no combate à depressão
- Efeito positivo no tratamento da artrite reumatóide
- Acção anti-inflamatória
- Estudos demonstram que o Ómega 3 pode ajudar na prevenção de alguns tipos de cancro
- Efeito positivo em pessoas com diabetes
- Melhora a concentração, memória e desempenho do cérebro
Os ácidos gordos existentes em todo o tipo de nozes, nas sementes, no peixe oleaginoso e no azeite são vitais para que as gorduras armazenadas saiam dos tecidos adiposos e importantes para o controlo do peso. Todas as células do organismo possuem uma camada de gordura que as protege de potenciais lesões, permitindo, também, a entrada de nutrientes e a saída de resíduos e de toxinas. Esta camada de gordura é constituída por ácidos gordos essenciais, que não podem ser produzidos no organismo e devem derivar da alimentação. Se a ingestão de ácidos gordos for inadequada, as paredes das células tornam-se mais rígidas, fazendo com, que as toxinas, tal como as gorduras armazenadas, não consigam sair. À medida que o tempo passa, a gordura torna-se mais densa e é mais difícil deslocá-la. Deste modo, para se ver livre da gordura e da celulite, ingira ácidos gordos essenciais.
Uma dieta rica em Ómega 3 poderia ajudar a prevenir o desenvolvimento de Alzheimer, segundo um estudo publicado em 1 de Setembro de 2004, na Neuron. Alzheimer é uma doença degenerativa, que destrói as células cerebrais vitais, afectando o funcionamento mental, o pensamento, a fala e a memória. Este estudo, conduzido por uma equipa da UCLA, em ratos modificados geneticamente para desenvolverem uma enfermidade semelhante a Alzheimer, concluir que uma dieta rica em Ómega 3 ajudou a prevenir perdas de memória e danos cerebrais.
A dieta ocidental, diferente da oriental, não inclui diferentes fontes de ómega 3. Se não come duas a três refeições à base de peixe, recomenda-se que tome um suplemento. Os óleos Ómega 3 têm uma vida muito curta, pelo que são geralmente eliminados nos alimentos congelados que contribuem para a sua deficiência.